Nota oficial Sindustrigo sobre a greve dos caminhoneiros

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O Sindicato da Indústria do Trigo no Estado de São Paulo (Sindustrigo), que representa 95% da moagem no estado, informa que o setor já sente os impactos gerados pelos dez dias de paralisação dos caminhoneiros no país.

Moinhos em Santos (SP) ainda possuem estoque de trigo e farinha para comercialização, mas não conseguem realizar entregas por conta das paralisações nas estradas. Os moinhos da capital ainda registram estoques de farinha, mas já alertam para o risco de desabastecimento dos clientes do interior e litoral, que não recebem produtos desde o fim de semana. 

"Ainda não contabilizamos as perdas geradas pela greve, mas podemos visualizar que o setor terá prejuízos, pois o custo se mantém, mas a receita sofrerá forte abalo devido ao fato de as empresas estarem há uma semana sem faturamento", alerta o presidente do Sindustrigo, Christian Saigh.

Segundo a Consultoria Trigo & Farinhas, um cálculo feito a grosso modo registra que cerca de 112,5 mil toneladas de farinhas não puderam ser entregues nos últimos cinco dias de greve dos caminhoneiros, desta semana, ou algo como 22,5 mil toneladas/dia, no Brasil, num valor médio de R$ 225 milhões de prejuízo do setor.

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