A orientação é baseada no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que identifica, por região e tendo em vista fatores como clima, solo e cultura, os períodos de menor risco para a semeadura em Mato Grosso.
Criado em 1996 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) como instrumento de política agrícola e gestão de riscos, atualmente o Zarc contempla 40 culturas. No caso da segunda safra, o zoneamento abrange algodão, amendoim, arroz, feijão, gergelim, girassol, milheto, milho, sorgo e trigo, entre outras. Além destas, também está inserido no zoneamento o consórcio milho/braquiária.
A Aprosoja reforça e orienta que os produtores rurais tenham um engenheiro agrônomo como responsável técnico de suas lavouras, para auxiliar na tomada de decisão, que inclui escolha da cultura, data de plantio da semeadura, pacote tecnológico, tecnologia da aplicação e manejo integrado.
A associação também orienta que o agricultor implante o Manejo Integrado de Pragas e Doenças (MIP e MID) em sua lavoura, para integrar as ferramentas de controle, reduzir custos e reduzir o desenvolvimento da resistência, além de quantificar níveis de danos. A Aprosoja lembra que é ferramenta fundamental para controle das doenças o cumprimento do vazio sanitário.
Fonte: Portal do Agronegócio