Notícias setorial/mercado

Alta do petróleo pressiona agronegócio e pode encarecer alimentos

A recente disparada dos preço do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio acendeu um alerta no agronegócio brasileiro. O setor, altamente dependente do óleo diesel que abastece suas máquinas e veículos e também de fertilizantes que são derivados de petróleo e gás natural, teme aumento de custos e impacto direto no preço dos alimentos.


O que aconteceu

Conflito no Oriente Médio impulsiona preço do petróleo. Desde a primeira ofensiva conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, a cotação do barril do Brent, referência internacional do combustível, subiu 26,9% até o fechamento do pregão de ontem, de US$ 72,48 para US$ 91,98. Na máxima desde o ataque inicial

O encarecimento atinge a fase final da safra de verão, o principal ciclo agrícola do país. "Quando se pensa na fase atual de colheita, há um uso muito intensivo de maquinário e, portanto, de diesel", avalia André Diz, professor de economia do Ibmec.


Falta de fertilizantes também amplia temores em meio à guerra. O impacto negativo na produção considera a preocupação com a falta das substâncias essenciais para o crescimento das safras, já que o Oriente Médio fornece um percentual relevante dos chamados fertilizantes nitrogenados, produzidos a partir do processamento do gás natural e do petróleo. Com o fechamento do estreito de Hormuz, os especialistas apontam um efeito ainda mais 


Leia mais em: Uol


COMPARTILHE: